Considerações taisantes nº 2315889

  1. Talvez eu esperasse um pouco mais da Alanis. Foi lindo em “Hands Clean”, “Not as we”, “You oughta know” e “Uninvited”. Mas ficou tudo com aquele gostinho de… hum… insosso. I don’t know. Talvez seja a minha mania infeliz de esperar demais das coisas. Mas valeu o dinheiro. [Destaque para o fato da arquibancada estar vazia e o camarote vip lotado. Coisas da Ilha da Fantasia.]
  2. Às vezes, resgatar velhos vícios não é uma boa idéia. Ainda mais quando estes envolvem jogos nerds e anti-sociais de computador. Não é minha culpa, juro. Eu só tentei ver se o simulador funcionava na minha calculadora gigante no meu notebook. E os 2gb de RAM deram conta. Coisa linda de Deus. Oi? Ah, sim. Como eu ia dizendo, it’s not my fault. Really. E nem é verdade que eu venho pro trabalho ainda mais arrastada por causa do jogo. E que tenho dormido uma da manhã. Men-ti-ra. Os dois pacotes de expansão baixando no torrent? Não faço idéia de como foram parar lá. u.u
  3. Mania infeliz de pegar um monte de livros na biblioteca e não ler. Lá estão os manuais de pesquisa qualitativa encostados na estante, revoltados. Ah, é que eu nunca consigo controlar minha empolgação nos corredores da BCE. A verdade é que eu ainda acho a biblioteca da UnB ótima – palavra de formanda.
  4. Sou uma menina verdadeiramente vendida ao capital. Fato. Mas que eu queria ser vendida para um capital maior e mais interessante,  isso eu queria!
  5. 2008, definitivamente, foi o ano de reconhecer as grandes coisas. Estabeleci um relacionamento mais amigável com a minha altura, com a minha bunda, com o meu quadril, e até com o meu pé. Agora, eu topo tudo grande (hehe!). Depois dos óculos, o céu é o limite. E 2009 vem sentindo os resquícios – vide a minha mega bolsa nova.
  6. Coooooomo os meus olhos podem começar a falhar depois de tantos anos juntos? Tá legal que eu não fui muito legal com eles durante a vida, já li muito no escuro e ficava tentando descolar a bolinha marrom da bolinha branca – sim, eu sou era imbecil. Mas, não é motivo, eu sou só uma jovenzinha de 21 anos. Espero que o oftalmologista diga que é só drama e tempo demais na frente do computador. Porque acabou esse negócio de querer parecer nerd, fazer Sociologia já é o suficiente.
  7. E é impressionante como passam cinquenta reportagens por dia na televisão relacionadas com a capital baiana. ¬¬ Ainda não estou recuperada o suficiente para não sofrer. E o pior é que daqui pro carnaval só piora – tá, eu nem queria ir mesmo [mantra mode on].

Morissette

Mais tarde, farei parte da multidão que irá se acotovelar nas arquibancadas de um ginásio local. Um sacrifício pra ver alguém que significou muito aos 16. Que fez parte de um alento muito necessário para uma ansiosa adolescente que tentava compreender as coisas. É. Pode parecer terrivelmente dramático (maldito cd do Camelo), mas é tudo verdade.

A pobre da Alanis nem deve ter idéia disso. A verdade é que pouco me importa que intuitos ela tinha quando compôs suas músicas, o fato é que aquilo tudo me ajudou bastante. E lá estarei eu, feliz e sorridente, tentando ignorar o fato de que ela é antipática e quase todo mundo tem histórias péssimas sobre a última apresentação dela em Brasília.  Se ela cantar e eu puder ouvir, já vai valer a graninha do ingresso.

É muito engraçado essa coisa de um cantor/banda fazer parte da sua história. Acho que isso faz parte daquela impressão que a gente tem de que aquelas pessoas tem a capacidade de musicar nossos sentimentos. E dessa época, eu sempre vou lembrar dos Los Hermanos, ou o U2, a Alanis e o Coldplay.

Back from home

42-16749567Depois de uma cansativa conexão em Congonhas, – curta pra ver paulistas queridos e longa o suficiente pra deixá-la um trapo – eis a garotinha mais bronzeada do subsolo da biblioteca da Universidade de Brasília. Há.

[o bronzeado é idéia fixa. aturem.]

Sobre as férias? É melhor não comentar. Foram lindas, e ela não quer lembrar disso. Ponto.

A mocinha está aqui, se esforçando pra aturar o trabalho maçante, pra  esquecer uma pseudo-gastrite nervosa por ter ido embora e tentando adiantar coisas da monografia. Acreditam que, no fim deste semestre, ela será uma socióloga? Nem ela. Aliás, nem comentem. Ela tende  a ficar histérica. Enquanto isso, tenta ocupar a cabeça procurando livros na biblioteca que possam lhe ser úteis, praguejando o orientador e assistindo séries bobas de tevê. Visitando amigos queridos de Brasília, contando dinheirinhos pra tapar o rombo das férias e planejando o carnaval. Porque, depois de três anos no Centro-Oeste (shame on me), ela vai conhecer a Chapada. Graças a cinco diárias caridosas da mamãe.

E daqui a pouco ela aparece de novo.

Er… oi!

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É bem verdade que eu abandonei o blog. Afinal de contas, em dezembro eu estava uma chata de tanta ansiedade, e agora eu estou de férias! E, definitivamente, o blog não é uma prioridade na terra do sol.

Mas não se preocupem, crianças. Eu vou bem, até demais! Nada como umas boas férias na terrinha pra me manter feliz. E eu prometo escrever a partir de semana que vem, quando estarei de volta ao escritório em terras temporariamente úmidas.

Com um pouco de atraso, ficam aqui os desejos de um ano novo feliz! Porque o meu começou muito bem!

🙂